O prefeito de Gravatá Bruno Martiniano tem exatos quinze dias para decidir seu rumo político nas eleições do próximo ano. O Tribunal Superior Eleitoral determina que todos os postulantes a algum cargo público tenham no mínimo um ano de filiação partidária, ou seja, para disputar a reeleição o prefeito de Gravatá terá que se filiar a um partido até o próximo dia 30 deste mês (setembro), caso contrário ele não poderá concorrer.
A tarefa de achar um partido de peso para disputar a reeleição não está sendo nada fácil para Bruno. Devido a sua imensa rejeição e os escândalos de corrupção que envolvem sua gestão, até agora cinco partidos rejeitaram a filiação de Bruno, foram eles, PTB, PSB, PMDB, PDT e PTdoB. O prefeito está tentando agora um namoro com o PSL, com o PT e com o PSD.
Além da dificuldade de encontrar um partido, o prefeito terá várias pedras no sapato que podem atrapalhar seu sonho de reeleição, uma delas é a candidatura do ex-prefeito Joaquim Neto e do deputado Waldemar Borges. Além disso o prefeito também pode enfrentar o seu vice, Rafael Prequé, além de disputar com seus ex aliados Junior Darita e Fernando Resende.


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